sexta-feira, 30 de abril de 2010

controle e automação

A Engenharia de controle e automação tem como objetivo desenvolver controladores que melhorem o desempenho de sistemas dinâmicos, tais como máquinas, processos, produtos, serviços para trabalharem de maneira auto-regulada e ou auto-gerenciada.

Para alcançar este objetivo é necessário realizar o projeto de automação. Primeiro identificando o sistema que se deseja automatizar ou controlar, modelar matematicamente este sistema. Segundo lugar construir o controlador deste sistema, definindo as ações de controle, os sensores, os atuadores. Este controlador poderá ser mecânico, elétro-eletrônico, software ou electro-pneumático. Neste passo além de construir o controlador é necessário definir os sensores e os atuadores do sistema. Por fim ajustar e calibrar o sistema, definir os parâmetros de operação e manutenção.

É dada ênfase a alguns conhecimentos de engenharia elétrica, mecânica e computação para aplicação em controle de processos industriais, manufatura, controle de servomecanismo (robôs e manipuladores), automação de serviços (predial, bancário, hospitalar), controle embarcado (metrô, aviões, foguetes) e outros.

Os tipos de controle são: controle Clássico, controle Adptativo, controle Robusto, controle Ótimo, controle Fuzzy, Rede Neural e controle preditivo.

terça-feira, 20 de abril de 2010

A CPFL Energia, maior companhia privada do setor elétrico brasileiro, é a primeira empresa da América Latina a ingressar na Global Intelligent Utility Network Coalition (GIUNC), grupo mundial de companhias do setor elétrico que trabalha com a IBM para acelerar a adoção de tecnologias smart grid, rede inteligente que transforma o sistema elétrico em uma infraestrutura digitalizada, otimizando não só o uso de energia como abrindo a possibilidade de novos negócios, como telecomunicações, por meio da rede elétrica. Um exemplo é que as distribuidoras poderão fornecer planos de tarifa, como as empresas de telefonia, para os consumidores baseados no perfil de consumo. Além disso, as companhias poderão controlar o consumo dos equipamentos dos clientes.

No Brasil, a IBM convidou a CPFL para participar do GIUNC, apoiando a empresa a ter acesso a tecnologias e projetos que estão sendo desenvolvidos para transformar a forma como a energia é gerada, transmitida, distribuída e consumida. As mudanças nesses processos visam agregar inteligência em toda a rede para reduzir, significativamente, interrupções e falhas, além de melhorar o atendimento, planejar a demanda atual e futura e aumentar a eficiência no consumo.

Como membro do GIUNC, a CPFL participará das reuniões de equipes de trabalho trocando experiências e colaborando com o grupo. “Estamos orgulhosos em sermos a primeira empresa da América Latina a ingressar na GIUNC. Vamos usufruir ao máximo dessa iniciativa, contribuindo com nossa experiência e replicando no Brasil projetos inovadores desenvolvidos em outros países, melhorando ainda mais os serviços prestados aos nossos clientes”, comenta Rubens Bruncek, diretor de engenharia e gestão de ativos da CPFL Energia.

Segundo Elton Tiepolo, executivo da área de Utilities da IBM Brasil, a entrada da CPFL no grupo insere o Brasil nas discussões mundiais de melhores práticas do uso de smart grid no setor elétrico. “As empresas podem ter acesso a iniciativas de sucesso que ajudam na redução de custos e evitam o desperdício de eletricidade. Mudanças neste segmento também contribuem para um planeta mais inteligente e sustentável”, complementa.

Com a parceria, a CPFL se junta a outras importantes companhias mundiais, como a Dong Energy, da Dinamarca, a North Delhi Power, da Índia, a Country Energy, da Austrália, a CenterPoint Energy, a Pepco Holdings, Progress Energy, San Diego Gas & Electric e a Southern California Gás, todas dos Estados Unidos. Entre as iniciativas já realizadas pelo grupo está a criação de um modelo de maturidade, ferramenta para o planejamento da transformação do smart grid que pode ser utilizada gratuitamente por qualquer empresa.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

teste profissional

ENGENHARIA ELÉTRICA- Teste profissional: Engenharia Elétrica combina com você? Confira

Levar energia elétrica a 15 milhões de brasileiros privados dessa comodidade é meta a ser cumprida até o fim de 2010. Desde 2003, quando o programa Luz para Todos foi implantado pelo Ministério de Minas e Energia, mais de 9 milhões de brasileiros passaram a ter acesso à eletricidade.O principal objetivo do programa é iluminar áreas rurais de norte a sul do país, e os engenheiros eletricistas são profissionais diretamente implicados nesse processo. "Esse profissional ajuda na construção da infraestrutura necessária ao desenvolvimento do Brasil", afirma Paulo Ricardo Bombassaro, gerente do Departamento de Engenharia e Planejamento da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Energia).

O engenheiro eletricista está presente em todos os aspectos que envolvem a energia, desde a geração, a transmissão, o transporte e a distribuição até o uso nas residências e no comércio. Além disso, planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Dependendo de sua especialização, esse profissional pode se dedicar a outros mercados, ampliando as chances de contratação. Em Eletrônica, ele estará habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento decomponentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais eclínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Além das concessionárias de energia, o graduado encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadores de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.

sábado, 3 de abril de 2010

diferença de engenharias

Ela divide-se nas seguintes áreas de especialização:

Sistemas de energia elétrica ou sistemas de potência - estudos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica; planejamento, confiabilidade, estabilidade e proteção de sistemas elétricos e utilização de técnicas computacionais aplicadas a sistemas de potência;
Sistemas de eletrônica/eletrónica - desenvolvimento de circuitos eletrônicos para a aquisição de dados como temperatura, umidade, pressão entre outros e transmissão de dados por radiofrequência etc;
Sistemas de microeletrônica/microeletrónica - projeto, fabricação e testes de circuitos integrados - C.I. para sistemas de computação, telecomunicações, entretenimento entre outros;
Sistemas de eletrônica de potência - estudos de dispositivos eletrônicos de potência, acionamento de máquinas elétricas, controle de motores, simulação digital de máquinas e conversores e cargas elétricas especiais;
Sistemas de telecomunicações - estudos de sistemas de áudio e vídeo, antenas e propagação de ondas eletromagnéticas, micro-ondas, telefonia analógica e digital, fibras ópticas, processamento analógico e digital de sinais, telecomunicações por satélite e redes de comunicações;
Sistemas de computação - estudos de sistemas operacionais para computadores, projeto e programação de sistemas digitais, redes digitais, computação gráfica e CAD, Ciência dos computadores e análise de sistemas computacionais;
Sistemas de controle e automação - estudos de controle de processos industriais por computador, controle óptico, sistemas inteligentes para automação industrial, robótica, inteligência artificial, controles adaptativos e não-lineares.
Sistemas biomédicos - Especificar e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios, além do projeto e construção desses mesmos tipos de aparelhos

quinta-feira, 1 de abril de 2010

engenharia eletrica

ENGENHARIA ELÉTRICA

- Teste profissional: Engenharia Elétrica combina com você? Confira

Levar energia elétrica a 15 milhões de brasileiros privados dessa comodidade é meta a ser cumprida até o fim de 2010. Desde 2003, quando o programa Luz para Todos foi implantado pelo Ministério de Minas e Energia, mais de 9 milhões de brasileiros passaram a ter acesso à eletricidade.O principal objetivo do programa é iluminar áreas rurais de norte a sul do país, e os engenheiros eletricistas são profissionais diretamente implicados nesse processo. "Esse profissional ajuda na construção da infraestrutura necessária ao desenvolvimento do Brasil", afirma Paulo Ricardo Bombassaro, gerente do Departamento de Engenharia e Planejamento da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Energia).

O engenheiro eletricista está presente em todos os aspectos que envolvem a energia, desde a geração, a transmissão, o transporte e a distribuição até o uso nas residências e no comércio. Além disso, planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Dependendo de sua especialização, esse profissional pode se dedicar a outros mercados, ampliando as chances de contratação. Em Eletrônica, ele estará habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento decomponentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais eclínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Além das concessionárias de energia, o graduado encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadores de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.


Teste profissional: Engenharia é mesmo a sua praia?


Saiba onde estudar Engenharia Elétrica
O mercado de trabalho
Apesar da crise econômica mundial, iniciada em 2008, quem procura emprego na área não encontra dificuldade. "Há espaço no país para atuação do engenheiro elétrico. Prova disso é que os alunos da última turma formada aqui tiveram certa facilidade para se colocar profissionalmente", afirma José Antenor Pomilio, coordenador do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo. Além das tradicionais áreas de transmissão e distribuição de energia elétrica, com demanda em todo o Brasil, há procura pelo especialista por parte de centros de pesquisa e desenvolvimento de empresas e indústrias. Muitas companhias multinacionais, como a Freescale Semicondutores, recém-instalada em Campinas, contratam engenheiros elétricos para desenvolver e testar novos produtos, além de participar de processos de gestão internos. Outros dois campos em ascensão são o de telecomunicações e o de tecnologia da informação,aquecidos em razão da chegada da TV digital ao país e do uso das redes elétricas para a transmissão de dados. A maioria das vagas encontra-se nas regiões Sudeste e Sul, que contam com pólos industriais bastante desenvolvidos. Mas o Norte e o Nordeste, carentes de mão de obra especializada, também demandam profissionais.
O curso
Prepare-se para enfrentar muito cálculo. O currículo começa com disciplinas básicas, como matemática, física e informática. As contas acompanham o aluno também nas aulas de economia e administração. A parte mais interessante fica por conta das aulas práticas e dos experimentos em laboratório, que costumam aparecer desde o início da graduação. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. O estágio é obrigatório e, geralmente, feito a partir do quarto ano.

Duração média: cinco anos.

Outros nomes: Eng. de Prod. Eletromec.; Eng. de Prod. em Contr.e Autom.; Eng. Eletrôn.; Eng. Eletrôn. (com ênf. em autom. ind.);Eng. Eletrôn. (ênf. em autom. e contr.); Eng. Eletrôn. (ênf. em autom.e telecom.); Eng. Eletrôn. (ênf. em autom. ind.); Eng. Eletrôn.(ênf. em telecom.); Eng. Eletrôn. e de Comput.; Eng. Eletrôn. e deTelecom.; Eng. Eletrot.; Eng. Ind. Elétr.; Eng. Ind. Elétr. (autom.);Eng. Ind. Elétr. (eletrôn.); Eng. Ind. Elétr. (eletrôn./telecom.);Eng. Ind. Elétr. (eletrot.); Eng. Ind. Elétr. (telecom.)
O que você pode fazer
Automação Projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial. Eletrônica Desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por rádiofreqüência, entre outros. Eletrotécnica (potência e energia) Planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e também máquinas elétricas. Ampliar e dar manutenção a redes de alta tensão. Engenharia biomédica Especificar e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir e fazer a manutenção de equipamentos. Instrumentação Projetar e desenvolver equipamentos para realização de medidas, registro de dados e atuadores. Microeletrônica Projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outros. Telecomunicações Desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.