quinta-feira, 1 de abril de 2010

engenharia eletrica

ENGENHARIA ELÉTRICA

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Levar energia elétrica a 15 milhões de brasileiros privados dessa comodidade é meta a ser cumprida até o fim de 2010. Desde 2003, quando o programa Luz para Todos foi implantado pelo Ministério de Minas e Energia, mais de 9 milhões de brasileiros passaram a ter acesso à eletricidade.O principal objetivo do programa é iluminar áreas rurais de norte a sul do país, e os engenheiros eletricistas são profissionais diretamente implicados nesse processo. "Esse profissional ajuda na construção da infraestrutura necessária ao desenvolvimento do Brasil", afirma Paulo Ricardo Bombassaro, gerente do Departamento de Engenharia e Planejamento da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Energia).

O engenheiro eletricista está presente em todos os aspectos que envolvem a energia, desde a geração, a transmissão, o transporte e a distribuição até o uso nas residências e no comércio. Além disso, planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Dependendo de sua especialização, esse profissional pode se dedicar a outros mercados, ampliando as chances de contratação. Em Eletrônica, ele estará habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento decomponentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais eclínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Além das concessionárias de energia, o graduado encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadores de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.


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O mercado de trabalho
Apesar da crise econômica mundial, iniciada em 2008, quem procura emprego na área não encontra dificuldade. "Há espaço no país para atuação do engenheiro elétrico. Prova disso é que os alunos da última turma formada aqui tiveram certa facilidade para se colocar profissionalmente", afirma José Antenor Pomilio, coordenador do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo. Além das tradicionais áreas de transmissão e distribuição de energia elétrica, com demanda em todo o Brasil, há procura pelo especialista por parte de centros de pesquisa e desenvolvimento de empresas e indústrias. Muitas companhias multinacionais, como a Freescale Semicondutores, recém-instalada em Campinas, contratam engenheiros elétricos para desenvolver e testar novos produtos, além de participar de processos de gestão internos. Outros dois campos em ascensão são o de telecomunicações e o de tecnologia da informação,aquecidos em razão da chegada da TV digital ao país e do uso das redes elétricas para a transmissão de dados. A maioria das vagas encontra-se nas regiões Sudeste e Sul, que contam com pólos industriais bastante desenvolvidos. Mas o Norte e o Nordeste, carentes de mão de obra especializada, também demandam profissionais.
O curso
Prepare-se para enfrentar muito cálculo. O currículo começa com disciplinas básicas, como matemática, física e informática. As contas acompanham o aluno também nas aulas de economia e administração. A parte mais interessante fica por conta das aulas práticas e dos experimentos em laboratório, que costumam aparecer desde o início da graduação. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. O estágio é obrigatório e, geralmente, feito a partir do quarto ano.

Duração média: cinco anos.

Outros nomes: Eng. de Prod. Eletromec.; Eng. de Prod. em Contr.e Autom.; Eng. Eletrôn.; Eng. Eletrôn. (com ênf. em autom. ind.);Eng. Eletrôn. (ênf. em autom. e contr.); Eng. Eletrôn. (ênf. em autom.e telecom.); Eng. Eletrôn. (ênf. em autom. ind.); Eng. Eletrôn.(ênf. em telecom.); Eng. Eletrôn. e de Comput.; Eng. Eletrôn. e deTelecom.; Eng. Eletrot.; Eng. Ind. Elétr.; Eng. Ind. Elétr. (autom.);Eng. Ind. Elétr. (eletrôn.); Eng. Ind. Elétr. (eletrôn./telecom.);Eng. Ind. Elétr. (eletrot.); Eng. Ind. Elétr. (telecom.)
O que você pode fazer
Automação Projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial. Eletrônica Desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por rádiofreqüência, entre outros. Eletrotécnica (potência e energia) Planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e também máquinas elétricas. Ampliar e dar manutenção a redes de alta tensão. Engenharia biomédica Especificar e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir e fazer a manutenção de equipamentos. Instrumentação Projetar e desenvolver equipamentos para realização de medidas, registro de dados e atuadores. Microeletrônica Projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outros. Telecomunicações Desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.

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